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    "Não existe aquecimento global"

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    Louzada

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    "Não existe aquecimento global"

    Mensagem por Louzada em Qui Jan 06, 2011 8:21 pm

    “Não existe aquecimento global”


    Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos.

    Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “Perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica [só faltou dizer religiosa], e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.

    Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?

    Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O Sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o Sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o Sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.

    Isso vai diminuir a temperatura da Terra?

    Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O [oceano] Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.

    Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?

    Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas – algumas das que falavam da nova era glacial – que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.

    O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias da Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.

    Depende de como se mede.

    Mede-se errado hoje?

    Não é um problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento.

    O senhor está afirmando que há direcionamento?

    Há. Há umas seis semanas, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.

    Então o senhor garante existir uma manipulação?

    Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento, que não é verdadeiro.

    Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?

    Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.

    Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?


    O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os países fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.

    O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?

    Os fluxos naturais dos oceanos, pólos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto as emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões? Não vai mudar absolutamente nada no clima.

    O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?

    Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que “abana o rabo” para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem das queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.

    Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?

    A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.

    Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?

    A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, início de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.

    E quanto ao derretimento das geleiras?

    Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.

    Mas o mar não está avançando?

    Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.

    O senhor viu algum avanço com o Protoclo de Kyoto?

    Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.

    O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?

    Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, com menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.

    O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?

    Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles [governos] estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa.
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    Louzada

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    Re: "Não existe aquecimento global"

    Mensagem por Louzada em Sex Jan 07, 2011 5:49 pm

    Previsões sobre aquecimento global são questionadas



    Ninguém sabe exatamente quanto a temperatura da Terra irá se elevar devido às emissões de carbono. Todas as conclusões do IPCC sobre o clima futuro e o aquecimento global utilizam o termo provável de acontecer (likely). Mas, agora, um novo estudo, publicado na Nature Geoscience, afirma que as melhores previsões feitas pelos cientistas sobre o aquecimento estão provavelmente incorretas. Segundo a equipe da Universidade Rice, nos Estados Unidos, os modelos climáticos utilizados atualmente explicam apenas metade do aquecimento que ocorreu durante um período bem documentado de rápido aquecimento global no passado remoto da Terra. O estudo contém uma análise de registros publicados de um período de aquecimento rápido ocorrido há 55 milhões de anos [sic], conhecido como máximo termal do Paleoceno-Eoceno (PETM - Palaeocene-Eocene Thermal Maximum).

    "De forma resumida, os modelos teóricos não conseguem explicar o que nós observamos nos registros geológicos", disse o oceanógrafo Gerald Dickens, coordenador da pesquisa. "Parece haver algo fundamentalmente errado com a forma como a temperatura e o carbono estão conectados nos modelos climáticos."

    Para interpretar a realidade, os cientistas levantam hipóteses. Quando são devidamente fundamentadas por evidências, essas hipóteses passam a ser chamadas de teorias, porque se demonstra que elas têm poder explicativo sobre a realidade. A partir de teorias bem fundamentadas, os cientistas constroem modelos teóricos - geralmente na forma de programas de computador - que permitem fazer raciocínios do tipo "O que acontece se...". Os modelos climáticos usados para a previsão do tempo e para todas as conclusões relacionadas ao aquecimento global são programas desse tipo.

    O que aconteceu agora foi que as evidências que embasam a teoria e, portanto, sustentam o modelo teórico, foram questionadas. Se as evidências - muitas vezes erroneamente chamadas de "provas" - forem derrubadas, então todas as conclusões dos modelos deixam de ser válidas ou, no mínimo, precisam ser adequadamente ajustadas.

    A negação de evidências anteriormente obtidas e consideradas válidas é um evento diário e corriqueiro nas ciências e pode acontecer por inúmeras razões, entre as quais a obtenção de maior quantidade de dados, de melhores dados, pelo desenvolvimento de instrumentos de medição mais precisos e até pela reinterpretação dos dados anteriores, apenas para citar algumas.

    Por outro lado, muitas teorias se estabelecem mesmo na ausência de evidências práticas, como aconteceu com a Teoria da Relatividade de Einstein [e, é bom lembrar, com a Teoria Geral da Evolução], que foi negada por seguidos experimentos no início do século 20. Essa foi a razão pela qual Einstein nunca recebeu o Prêmio Nobel pela Teoria da Relatividade - ele recebeu o prêmio pela descoberta do efeito fotoelétrico. Mais tarde, experimentos mais aprimorados finalmente deram razão à teoria.

    Todo esse processo - num sentido e noutro, da negação e da validação - está acontecendo agora com a teoria do aquecimento global. Durante o período PETM, por razões ainda desconhecidas, a quantidade de carbono na atmosfera da Terra subiu rapidamente. Por esta razão, o PETM, que foi identificado em centenas de amostras de sedimentos recolhidos ao redor de todo o mundo, é provavelmente a melhor analogia com o que está acontecendo atualmente na Terra. A maioria dessas conclusões vêm de amostras recolhidas em perfurações feitas no leito oceânico ao longo dos últimos 20 anos. [Apenas para pensar: Esse aumento de carbono na atmosfera não poderia ter sido resultado de uma intensa atividade vulcânica decorrente de uma catástrofe pontual no passado? Isso é previsto no modelo diluvianista descrito pelo geólogo Nahor Naves de Souza Jr., em seu livro Uma Breve História da Terra.]

    Além da elevação dos níveis do carbono atmosférico, as temperaturas globais subiram dramaticamente durante o PETM. As temperaturas médias subiram cerca de 7 graus Celsius em um curto período, geologicamente falando, de 10.000 anos.

    Dickens e seus colegas Richard Zeebe e James Zachos calcularam que o nível de carbono na atmosfera elevou-se em 70% nesse período. E aí começam os problemas dos modelos em uso atualmente. Uma elevação de 70% não significa dobrar o volume de carbono na atmosfera. Desde o início da Revolução Industrial, os níveis de carbono se elevaram em um terço, em grande parte - mas não totalmente - pela queima de combustíveis fósseis. Se as emissões continuarem, atingiremos um nível equivalente ao dobro do período pré-Revolução Industrial dentro de um século ou dois.

    Quando usaram seus novos dados, os pesquisadores descobriram que os modelos do clima podem explicar apenas metade do aquecimento que a Terra sofreu naquele período, 55 milhões de anos atrás [mas que não precisa ser assim tão antigo].

    A conclusão, afirma Dickens, é que alguma outra coisa que não o dióxido de carbono causou a maior parte do aquecimento durante o PETM. Logo, não é válido concluir, a partir das emissões de carbono, as daquele período ou as atuais, que essas emissões causarão tal ou qual aumento de temperatura.

    "Algum efeito de retroalimentação, ou outros processos que não estão sendo levados em conta nesses modelos - os mesmos usados pelo IPCC para as melhores previsões atuais para o aquecimento global ao longo do século 21 - causaram uma porção substancial daquele aquecimento que ocorreu durante o PETM", diz Dickens.

    Para fazer melhores previsões sobre o aquecimento global atual, os cientistas deverão então revisar seus modelos. Para isso, contudo, eles terão antes que descobrir esses processos que levaram ao aquecimento e que poderão estar ou não presentes na atualidade.

    Esta não é a primeira vez que as conclusões do IPCC sobre o aquecimento global são questionadas. Uma pesquisa demonstrou que, sozinho, o Sol é responsável por um quarto de todo o aquecimento global. Também se demonstrou que os modelos do aquecimento global estão errados na interpretação do papel das nuvens no clima. Outro estudo sobre as nuvens demonstrou uma incorreção nos cálculos que reduziria em 75% as previsões do aquecimento global.

    Outras pesquisas sobre fatores naturais demonstraram que o aquecimento do Oceano Atlântico deve-se a causas naturais, e não foi causado pelo homem, assim como fenômenos naturais equilibram a influência do homem no aquecimento global.

    Há ainda os cientistas que veem interesses políticos no atual movimento climático, além daqueles que alertam para os efeitos danosos do catastrofismo que tomou conta do debate ambiental.
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    Louzada

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    Re: "Não existe aquecimento global"

    Mensagem por Louzada em Sex Jan 07, 2011 5:54 pm

    Onde foi parar o aquecimento global?



    O ano em que foi registrado o recorde de altas temperaturas na Terra não foi 2007 ou 2008, mas 1998. Nos últimos 11 anos não se observou um aumento das temperaturas do planeta. Ninguém previu isso, mesmo com o aumento das emissões de dióxido de carbono, gás que se pensa ser o responsável pelo aquecimento global. Aqueles que não acreditam na mudança do clima da Terra argumentam que há ciclos naturais, dos quais não se tem controle, que determinam a temperatura do planeta. Mas qual a evidência disso? A abordagem das pesquisas foi simples: verificar o comportamento do Sol e a intensidade dos raios cósmicos nos últimos 30-40 anos e compará-los com a tendência de aumento da temperatura. Os resultados foram claros: “o aquecimento nas duas últimas décadas dos 40 anos pesquisados não pode ter sido causado pela atividade solar”, declara Dr. Piers Forster, da Universidade de Leads. Mas outro cientista, Piers Corbyn, da Weatheraction, discorda. Ele acredita que as partículas com energia do Sol que chegam à Terra nos provocam um grande impacto.

    De acordo com a pesquisa desenvolvida pelo professor Don Easterbrrk, da Western Washington University, os oceanos e a temperatura são correlatos. Os oceanos, segundo o professor, têm um ciclo de aquecimento e resfriamento natural. Nos anos 1980 e 1990, estávamos num ciclo positivo, isto é, de temperaturas mais altas que a média. As observações revelaram que, nessa época, a temperatura global era quente também.

    Esses ciclos, no passado, duravam cerca de 30 anos.
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    Corleone
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    Será?

    Mensagem por Corleone em Sab Jan 08, 2011 1:26 pm

    Caro amigo LOUZADA, embora tenha se posicionado de um lado do assunto em questão, peço a gentileza de rever seus conceitos, e aceitar fatos que comprovam o aquecimento global, concordaria com o senhor se fosse me falado que era um exagero o fato do aquecimento estar tão acelerado que a Terra acabará o ano que vem, porém não devemos ser hipócritas e fechar os olhos para os acontecimentos que andam acontecendo no Mundo e com seu clima que infelizmente temos influenciado direta e indiretamente, pelo que postou dá-me a entender que o senhor acha tudo uma TEORIA sem fundamento e invenção de políticos a fim de frear a economia mundial dos Países emergentes. Existem imagens e reportagens de veículos de comunicação sérios que nos mostram ilustrações no nosso cotidiano que não é bem assim.
    Muitos acreditam que as atividades humanas são uma das principais causas do aquecimento global, que pode ter consequências catasróficas sobre o clima e o meio Ambiente, por exemplo; o derretimento em grande escala das geleiras e a expansão dos Oceanos por causa do aumento da temperatura das águas podem fazer o nível do mar subir vertiginosamente. Recentemente me chamou a atenção um documentário sobre uma Ilha entre outras que pode desaparecer, ela se chama TUVALU, observe estas IMAGENS:

    Também grandes partes da Holanda e da Flórida, milhões de pessoas talvez tenham de abandonar lugares como Xangai, Calcutá e partes de Bangladesh. No Himalaia, geleiras das regiões que abastecem 7 sistemas fluvias estão desaparecendo, o que pode causar falta de água para 40% da população Mundial.Também estão em perigo milhares de espécies de animais, incluindo URSOS-POLARES, que em geral caçam no gelo.

    A REVISTA "Bulletin of the atomic scientists" diz que a curto prazo os efeitos podem não ser tão graves, mas nas próximas 3 ou 4 decadas as mudanças climaticas talvez causem danos irremediáveis aos habitats dos quais as sociedades humanas dependem para sobreviver.
    A REVISTA " sciense" diz que o aquecimento global é a possibilidade de termos iniciado uma LENTA, mas irrefreável, avalanche de mudanças
    Um dos motivos para essas mudanças é a intensificação do efeito estufa, fenômeno natural essencial para a vida na Terra, quando a energia solarmchega à Terra cerca de 70% é absorvida, aquecendo o AR, o SOLO e o MAR, se não fosse por esse mecanismo a temperatura média da superfície terrestre seria de uns 18 graus Celsius, NEGATIVOS, mas a Atmosfera retém mais calor quando poluentes mudam sua composição, isso pode fazer com que a temperatura da Terra aumente.
    A concentração dos gases de efeito estufa na atmosfera aumentou de modo significativo nos últimos 250 anos, desde o início da REVOLUÇÃO INDUSTRIAL e o aumento no uso de combustíveis fósseis, como carvão e petroleo.


    OS QUE DUVIDAM QUE OS HUMANOS SÃO OS RESPONSÁVEIS PELO AQUECIMENTO GLOBAL DIZEM QUE A TERRA JÁ TEVE VARIAÇÕES SIGNIFICATIVAS NO PASSADO NA CHAMADA PERÍODOS GLACIAIS, QUANDO A TERRA ERA SUPOSTAMENTE BEM MAIS FRIA DO QUE AGORA É. NO ENTANTO, OS CIENTISTAS ADMITEM QUE QUANTO MAIS VOLTAM NO TEMPO, MAIS DIFICIL É AFIRMAR COMO ERA O CLIMA.

    AGORA ME PERGUNTO SERÁ QUE SE TIRAREM FOTO DO NOSSO PLANETA AGORA ELE ESTARÁ ASSIM
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    Louzada

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    Ponderar é o melhor,sempre...

    Mensagem por Louzada em Sab Jan 08, 2011 7:49 pm

    /\
    /\
    /\

    Gostei da sua resposta Sr. Corleone,bom post esse seu,completo,bem montado,parabéns.

    Diante dos argumentos e visões apresentadas acima me dou por satisfeito,consegui o que queria,propor outra visão ao assunto.

    Minha visão final é ponderada,o bom senso é o melhor nesta hora de concluir,sendo assim afirmo
    :

    "O homem deliberadamente causa danos ao planeta sem medir as conseqüências,todo sofrimento e terror é pouco para nós,porém,a linha de advertência adotada por alguns desafina ao atribuir toda tragédia e mazela ambiental a perdida humanidade,vejo sim um GRANDE interesse político,economico e até mesmo religioso nesta bandeira verde levantada na última década; Apoio abertamente todas as inciativas sociais e pessoais na área ambiental no MUNDO,PAÍS,ESTADO,CIDADE e BAIRRO."

    Partido verde neles.

    Abs a todos amigons.

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    Re: "Não existe aquecimento global"

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